sábado, 18 de maio de 2019

QUARTA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL



Ao longo da história, o homem vive numa busca incansável da forma de viver mais próxima do que podemos chamar de plenitude de vida, isto é, quando são alcançados e executados com sucesso todos os projetos planejados. Assim, a procura ininterrupta pela melhoria da qualidade de vida, nos conduz ao longo dos anos à criatividades e adoção de diferentes maneiras de agir e pensar, e, dessa forma, encontrar caminhos diferentes para uma mesma tarefa na rotina diária. Nesse contexto, essa forma e necessidade de expressar a ação criadora no cotidiano, de se desenvolver permanentemente, conduziu a ciência às chamadas revoluções industriais, surgidas a partir de meados do século XVIII
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A evolução da tecnologia em direção a novos sistemas, sustentados pela indústria digital, tem conduzido os especialistas a identificarem a quarta revolução industrial ou indústria 4.0, conceito este desenvolvido pelo alemão Klaus Schwab em seu livro “Quarta Revolução Industrial, ou Indústria 4.0”. Segundo Klaus, esta revolução conduzirá as indústrias a uma nova fase, na qual todos os  seres humanos passarão por uma transformação substancial na forma de viver, trabalhar e se relacionar. Esta nova versão da revolução industrial tende a ser totalmente automatizada, combinando sistemas com máquinas e processos digitais. Internet, Inteligência artificial, robótica, computação em nuvem, são termos muito comuns nas indústrias. Mesmo aqueles que não trabalham em empresas inteligentes, já sentem o impacto dessas mudanças, seja em casa, no supermercado, nas reuniões com amigos etc.

Com toda esta tecnologia e inovação, é difícil prever como será o futuro do homem em relação à máquina. O desenvolvimento da automação e robótica, tanto na área motora quanto na fala, são objeto de estudos e pesquisas, uma vez que, as máquinas vão conversar com o homem no futuro. É só esperar para ver.


Geraldo Ferreira da Paixão
Email: geraldoferreiradapaixao@gmail.com

segunda-feira, 1 de abril de 2019

A CRISE NO MEC E SUAS IMPLICAÇÕES



Vivemos momentos históricos e de muita incerteza, com a turbulência que vem assolando o MEC - Ministério da Educação, nestes três primeiros meses do atual governo.  Se dentre os ministérios, a administração federal tiver que priorizar uma pasta, essa não pode ser outra, senão o Ministério da Educação, responsável direto pela formação de todos os brasileiros, desde a educação infantil até o pós-doutorado. Todavia, essa importância parece não se aflorar na atual gestão do órgão máximo da educação brasileira, considerando as articulações tempestuosas e às vezes incoerentes, investidas. São atropelos e desmandos que demonstram claramente falta de gestão. Os brasileiros nunca estiveram tão ansiosos como agora, pelas mudanças, e muitas, que precisam ser implantadas, razão pela qual são benvindos todos os projetos que modifiquem procedimentos e leis, com fins de aprimoramento da nossa constituição, logicamente postulando pela competência dos congressistas para avaliar com muito critério esses projetos, de tal forma que, a transição e implementação dos mesmos, se faça sem prejuízo no andamento e desenvolvimento de serviços de qualidade e eficiência ora prestados à sociedade. Para tal, nossos valorosos legisladores precisarão identificar e reconhecer esses projetos e proceder a sua substituição se for o caso, de forma gradativa, sem prejuízo à sociedade.
 O ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodriguez, cuja gestão tem sido marcada por embates e polêmicas Foto: UESLEI MARCELINO / REUTERS
Não me cabe julgar se ao escolher o colombiano Ricardo Vélez Rodrigues para Ministro da Educação, o Presidente Bolsonaro cumpria seu compromisso de fazer escolhas técnicas para os cargos do governo. Todavia, depois que assumiu a pasta, Vélez tem acumulado erros sucessivos, como por exemplo, o pedido para que as escolas filmassem os alunos cantando o Hino Nacional e mais recentemente a decisão de adiar para 2021 a avaliação da alfabetização. Ambas foram decisões impensadas, de quem não tem nenhum conhecimento técnico sobre a educação brasileira Qualquer decisão que se toma neste país sobre educação, repercute rapidamente entre os educadores, secretários estaduais e municipais, com consequências imprevisíveis. Essas e outras decisões, provocaram uma série de demissões, dentre elas a do presidente do INEP Marcus Vinicius Rodrigues, da Secretária de Educação Básica Tânia Leme, do secretário executivo Luiz Antônio Tozi, da diretora de formação Lolene Lima e outros. A importância do tema “educação” por si só transcende à capacidade intelectual e formativa de seus gestores que a ela devem reverenciar-se e prestar homenagens. Quero e preciso entender que a atual crise no MEC é um presságio temporário que agoniza a gestão do Ministério, uma vez que a  mesma, não pode persistir, sob pena de colocar em jogo um dos bens mais importantes do povo brasileiro; a educação.

As avaliações do SAEB acontecem de dois em dois anos no Brasil e visam avaliar a educação básica como um todo. Trata-se, portanto, de uma pesquisa com informações relevantes para uma tomada de decisões sobre o ensino infantil, fundamental e médio, verificando dentre outras variáveis, o nível de aprendizado dos alunos, visando o sua formação para os níveis da educação superior. Como se trata do nível de escolaridade mais importante da educação brasileira, temos a oportunidade de analisar o desempenho e desenvolvimento de nossas crianças e adolescentes, não só preparando-as para o nível superior, mas também como uma fase de muita aprendizagem para a vida.    

Geraldo Ferreira da Paixão
E-mail: geraldoferreiradapaixao@gmail.com

segunda-feira, 25 de março de 2019

A COERÊNCIA E SEUS RESULTADOS



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É comum ouvirmos dizer que a felicidade do ser humano está diretamente relacionada às expressões de alegria, paz e tranquilidade que transmite às outras pessoas. Por outro lado, a convivência com pessoas tristes, rancorosas, negativas e demasiadamente críticas, acaba afastando-as das demais, tendo em vista os momentos de angustia e desconforto que transmitem, tornando-as cada vez mais calcadas de rancor e ódio, e, muitas vezes vítimas de seu próprio temperamento. Não muito raro, são as razões ou motivos que levam a este estado de espírito, e, uma boa forma de combater a inconveniência desses relacionamentos, é começar pelo polimento do próprio ego, primeiro usando indiscriminadamente da coerência nos atos e ações, de tal forma que as mudanças advindas possam atuar na forma de pensar e agir. Segundo o dicionário online de português, “coerência é a ligação de um conjunto de ideias, cujo resultado é lógico”, logo é fácil concluir que a coerência aproxima as pessoas e as tornam mais felizes e alegres.

Se por um lado a coerência é tão importante no relacionamento, a falta dela é um desastre. Seja qual for o meio no qual se dará o relacionamento, a falta de coerência impõe um certo mal estar, inibindo  a alegria e a vontade de fazer. A incoerência nos leva a prejuízos incalculáveis, começando pela perda de amigos, e, as vezes, até de parentes. Além disso, ouvimos com frequência as pessoas dizerem: poxa, esse cara é incoerente demais, não dá prá conversar com ele. Ou seja, ser coerente é caminhar na direção do sucesso pessoal e profissional. Todavia, enveredar-se na incoerência, é caminhar na direção oposta, isto é, contrária ao foco dos resultados. Vamos ser portanto coerentes, e, escolher a direção correta para o sucesso.

Geraldo Ferreira da Paixão
E-mail: geraldoferreiradapaixao@gmail.com

domingo, 17 de março de 2019

CIRANDA DOS PREÇOS – PRÁ ONDE VAI O NOSSO DINHEIRO?



Há muitos anos ouço reclamações do povo brasileiro sobre a política de preços, e, me incluo entre os chorões, porque existem muitas perguntas sem respostas, ou no mínimo, sem a informação necessária para conhecimento do consumidor. O momento é de muitas mudanças na política brasileira, e, em especial, na área econômica, com influência direta nos preços de tudo que compramos, e, consequentemente no nosso poder de compra e qualidade de vida. Vou me ater a uma análise de leigo, apenas para atiçar o raciocínio dos nossos estimados leitores: por que alguns preços, que deveriam ser mais baixos, são tão altos no Brasil?

Resultado de imagem para cesta basicaVamos separar aqui o que importamos e o que produzimos. No primeiro caso, os especialistas alegam que compramos o produto numa moeda estrangeira na maioria das vezes, mais nem sempre, mais valorizada, encarecendo o produto nas lojas e prateleiras dos supermercados. É uma alegação em parte aceitável, todavia, sabemos que, o que impacta mesmo os preços são fatores como a logística utilizada para disponibilizar os produtos para consumo, os exagerados lucros intermediários, além é claro, dos exorbitantes e variados impostos incidentes. O que fazer então? Mais uma vez reforço que não sou um especialista da área, mas é urgente a meu ver, um estudo técnico de redução de custos na cadeia de suprimentos, desde a entrada do produto no Brasil até a entrega ao consumidor.

Com relação ao que produzimos, basta que os ministros da agricultura e economia desenvolvam estudos relativos aos custos de produção, para concluir que é em geral exagerado, o preço final de qualquer produto disponibilizado ao consumidor. Tive o desprazer - porque fiquei chocado, de fazer um exercício do custo de produção de alguns produtos da cesta básica, e fiquei pasmo com o que concluí. É muito dinheiro que vai ficando entre os atravessadores, inchando o preço final dos produtos. Desconheço uma explicação lógica e científica que justifique os seguintes preços médios: arroz 5kg por 11,79, feijão 1kg por 6,98, óleo 900ml por 8,49, 1l de leite por 2,89, pão variando de 3,99 a 14,89 o kg, e por aí vai. Não há justificativa plausível para aumento de preços de produtos produzidos no Brasil, senão decorrente de aumento no custo de produção; qualquer outra justificativa é arbitrária.

O que precisamos portanto, é de um governo sério, com foco economicista, voltado para os mais pobres e necessitados, independentemente de sexo, cor, raça, ideologia de gênero, etc. Deposito muita confiança no atual governo, que tem demonstrado sua determinação na proteção dos direitos do trabalhador, no trato com a coisa pública, dos mais pobres e necessitados, transmitindo confiança de dias melhores no futuro.   

Geraldo Ferreira da Paixão
E-mail: geraldoferreiradapaixao@gmail.com

domingo, 17 de fevereiro de 2019

A TECNOLOGIA E O FUTURO


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Contrariando os incautos, começo por invocar meus conceitos de formação familiar, implorando o consentimento dos meus mestres para expor-me no discernimento do tema deste artigo, que reputo de forma indelével não ser por si só, capaz de elucidar todas as dúvidas dos leitores sobre o futuro das gerações. Nosso tema não abordará catástrofes, desastres, tragédias, corruptos ou corruptores e tantos outros males, quase sempre inexplicáveis, que aterrorizam a população brasileira, mas sim, um assunto da maior relevância; a tecnologia.

Na era da Inteligência artificial, que segundo os especialistas poderá formatar alterações significativas no relacionamento homem-máquina, provocando um desequilíbrio social; da computação de alta performance, que disponibiliza hardware cada dia mais sofisticados; da atitude mental positiva, que conduz à concretização de intenção mental cada vez mais integrada de forma positiva; e da computação em nuvem, que consiste na guarda de todos os arquivos com funções de compartilhamento. Toda essa tecnologia nos tornará cada vez mais próximo da máquina, e os reflexos já se tornaram realidade. O desenvolvimento da automação e robótica, tanto na área motora quanto na fala, são objeto de estudos e pesquisas, uma vez que, as máquinas vão conversar com o homem no futuro.

O que esperar dessas transformações? Até que ponto a máquina será útil ao homem? Ou será prejudicial ao trabalho do homem? Quais são as perspectivas de desemprego com a substituição do trabalho do homem pela máquina? Alguns especialistas sustentam a possibilidade de um desequilíbrio social.

A utilização de computadores, celulares, tablets e outros equipamentos de comunicação pela população, reforça o argumento de que tais equipamentos afasta quem está perto e aproxima quem está distante, afirmação esta, muito comum entre os usuários, principalmente entre as crianças e adolescentes quando estão operando esses equipamentos. A insistência das crianças e adolescentes com o uso desses equipamentos ao longo do dia, já se tornou uma preocupação e tormento para os pais, que precisam disciplinar sua utilização, sob pena de responsabilizar-se pelos prejuízos causados aos filhos.

Geraldo Ferreira da Paixão

E-mail: geraldoferreiradapaixao@gmail.com

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